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NOME: Manuel Bravo Saramago NASCIMENTO: 19/10/1944, Tombos - MG FORMAÇÃO: Bacharel em Direito pela Faculdade Cândido Mendes - Rio de Janeiro/MG - 1971. Mestre em Direito Processual pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - Belo Horizonte/MG - 2003.

domingo, 5 de setembro de 2010

Conversa Atleticana

Estou em gozo de férias. Este blog silenciará mais uma vez. Agora, por motivo justo. Estarei viajando. Espero que, no retorno, estaremos falando em possibilidade de disputar a “Libertadores”, já, no próximo ano. Jogadores que podem tornar a nossa esperança em algo concreto nós temos, e o resto também.
Lendo, hoje, a coluna do “Tostão”, gostei: fez a distinção entre o craque e o jogador habilidoso. Infelizmente, o Berola está entre os habilidosos. Que pena! A diferença é que o craque, além de habilidoso, faz o difícil ficar fácil. É o que o Pelé fazia, e magistralmente. Aliás, tal fenômeno não é só no futebol. É em toda atividade humana. Na volta das férias, farei crônicas sobre a Praça Sete 727, do Café Nice: as figuras que ali freqüentam, as suas estórias... Será um espaço dedicado a atleticanos, palestrinos, americanos e setembrinos. Nada mais rico em notícias na capital mineira do que aquele maravilhoso espaço - tão pequeno, mas com notícias captadas em áreas tão diversas. O que significa: sai todo o tipo de conversa. A musa da Praça Sete 727, do Café Nice já está escolhida, e por unanimidade. Veremos na próxima crônica. Espero ganhar hoje do São Paulo. Até breve.

domingo, 29 de agosto de 2010

Conversa Atleticana

Atlético, uma vez mais perde: Palmeiras 2(dois) x 1 (um).
Não se há o que dizer. O atleticano tem que se conformar. Prefiro o silêncio que, em certos momentos, é revestido de extrema eloquência. Tudo foi feito pela Presidência para que desse certo, mas os resultados não vêm correspondendo. O que fazer? Deste blog não se emitirão opiniões. Esperemos.
No final da noite, ouvi uma notícia sobre Diego Souza que, "finalmente, deu alegria à torcida do Palmeiras."
Diego Souza, realmente, não vem jogando bem. Se eu fosse dirigente atleticano, faria o que o Presidente fez, ou seja. o contrataria.
Paciência! Paciência, até quando!!!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Bate Papo Atleticano

Santos 2 (dois) x Atlético 0 (zero), Vila Belmiro, 22/08/2010, domingo, 16 (dezesseis horas). Gols de Neymar e Danilo, na segunda etapa. Uma vez mais, o Atlético perde e vai adquirindo estabilidade na zona de rebaixamento, o que poderá vir a ser um desastre. A organização administrativa, a qualidade do elenco e a excelência da comissão técnica não poderiam permitir que o Atlético estivesse na situação que se encontra. No futebol, tudo é possível: até o fazer corretamente técnico e, na prática, nada funciona. Jaeci Carvalho, articulista de importante órgão de imprensa mineiro, abordou um assunto que este blogueiro já quis abordar, mas não o fez para não começar a plantar crise junto ao elenco atleticano, qual seja o técnico já estaria perdendo o comando da equipe. É muito comum, time de muitas estrelas e com derrotas sucessivas, passe a jogar desconhecendo a ordem emanada do técnico e tente uma estratégia de jogo diversa. É possível que funcione. O técnico deve ter a sensibilidade bastante para detectar o fenômeno e se posicionar a respeito, inclusive pedindo para sair. Evidentemente, que sem multa rescisória. Por outro lado, é preciso verificar se as estrelas contratadas a preços exorbitantes querem jogar no Atlético. Se não querem, a porta é a mesma: a que esteve aberta na entrada está aberta para a saída, sem ônus para os cofres atleticanos. As diretorias dos clubes da capital precisam, urgentemente, diligenciar junto a quem de direito para que o “Independência” fique pronto até julho de 2011, possibilitando-nos uma casa que possa receber os torcedores. Há que se considerar o aspecto financeiro e também a energia repassada da arquibancada - é de extrema importância para a atuação dos jogadores. Obviamente, como sempre, estamos sentindo falta dela porque, no momento, não a temos. Quanto ao jogo de ontem, claro restou que o Atlético é um time de jogadores sem ritmo – Diego Souza, Serginho, Obina, Réver e Édson Mendes; com um goleiro que falha nos momentos cruciais, Aranha; com ex-jogador em atividade, como Ricardinho, e jogador sem talento como Diego Macedo. É preciso sanear o elenco e dar lugar à “prata da casa”, que, na dificuldade, é quem resolve, como Rafael Jataí, João Pedro e já está na hora do goleiro Renan estrear. A arbitragem de ontem não errou. Como sempre, foi rigorosa com um visitante perdedor, nada mais. O pênalti existiu. Impõe-se ao Presidente, incontinente, uma espanada.
Temos que focar sempre a próxima partida e não somente a Sul-Americana. Não adiante ganhar esta e cair para a segunda divisão nacional. Aguardemos.